sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Prefeito garante Réveillon na Boca do Rio: 'Não precisa de plano B'

A Justiça anulou a rescisão contratual feita pela prefeitura com o consórcio que construiria um shopping no local
A realização do Réveillon de Salvador na Orla da Boca do Rio, próximo à região do antigo Aeroclube, está confirmada. Pelo menos, foi o que garantiu o prefeito ACM Neto, durante uma entrevista coletiva para a assinatura de um convênio para construção de creches em parceria com o governo federal, na manhã desta sexta-feira (29), no Hotel Sheraton da Bahia. 
“Confirmadíssimo. Vai ser o maior Réveillon de todos os tempos de Salvador e um dos melhores do Brasil. Vai ser até mais brilhante e emocionante do que nos outros anos, sem absolutamente nenhum risco do seu acontecimento na área já divulgada”, afirmou o prefeito. 
Para Neto, não existe necessidade de se pensar em um ‘plano B’, caso o evento seja mesmo inviabilizado. “Não tem, nem precisa ter plano B, porque o plano A está consolidado, resolvido e não há nenhum risco da não ocorrência do Réveillon onde foi anunciado pela prefeitura. Não vamos trabalhar com essa hipótese (de mudança de local) porque não será necessário”. 
Esta semana, uma decisão do juiz Mário Soares Caymmi Gomes, da 8ª Vara da Fazenda Pública de Salvador, anulou, em caráter liminar, a rescisão contratual feita pela prefeitura com o Consórcio Parques Urbanos. No texto, o juiz diz que a prefeitura já tem planos de promover alterações na região e cita a festa de Réveillon. 
Desde o início da semana, a prefeitura, através da Procuradoria Geral do Município (PGM), informou que vai recorrer da decisão junto ao Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Pelo contrato, o consórcio deveria ter construído um shopping na área do Aeroclube, além de ficar responsável pelas obras do Parque dos Ventos, que seria entregue como contrapartida ao município, ao lado do terreno onde ficaria o shopping. 
“Confio na Justiça baiana, no seu bom senso e vamos procurar os meios judiciais para reverter essa decisão, o que espero que aconteça no mais breve espaço de tempo possível. Mas não quero tornar pública nossa estratégia, exatamente para não prejudicar, afinal de contas, do outro lado existem empresários não tão interessados no interesse público e que não estão pensando em Salvado. Mas eu estou e vou defender a cidade de qualquer coisa. Por isso mesmo, não vamos poupar esforços junto ao Judiciário para reverter essa decisão”. Fonte/correio24horas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário